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AS NOSSAS SUGESTõES - Livros

27
Novembro

Breve história da ciência em Portugal

Autores: Carlos Fiolhais, Décio Martins
Editora: Imprensa da Universidade de Coimbra / Gradiva
Nº de páginas: 128
Palavras-chave: Ciência moderna; Química; Farmácia; Medicina; Universidades; Charles Darwin; Estado Novo; Egaz Moniz.


Sobre os autores:

Carlos fiolhais é licenciado em Física na Universidade de Coimbra e doutorado em Física Teórica em Frankfurt/Main. É atualmente Professor Catedrático no Departamento de Física da Universidade de Coimbra desde 2000. Autor de diversos artigos científicos internacionais, cerca de 450 artigos de divulgação e vários livros entre os quais a "Breve História da Ciência em Portugal". É corresponsável pelo blogue “De Rerum Natura” e o responsável pelos programas "Educação" e "Ciência e Inovação".

Décio Martins é doutorado em História e Ensino da Física pela Universidade de Coimbra. É professor no Departamento de Física da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Investiu a sua carreira em projetos de investigação em História da Física e consta da equipa do projeto "História da Ciência na Universidade de Coimbra". Autor de várias publicações acerca da História da Ciência e da Física em Portugal assim como de muitos instrumentos e objetos científicos, é um dos principais responsáveis pelas coleções de Física do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra.


Sinopse Ciência 2.0:

“Breve História da Ciência em Portugal” é um livro, ainda que resumido, acerca da ciência feita em Portugal desde o tempo dos Descobrimentos até ao fim do Estado Novo. Mas não se espere que este seja um livro de história carregado de bibliografias, notas extraordinárias e de rodapé! Em “Breve história da Ciência em Portugal” Carlos Fiolhais e Décio Martins formatam os dados para obter um extraordinário livro de pura divulgação de ciência. Trata-se de uma publicação dedicada ao público em geral, em que os factos são mostrados em sucessão assim como os personagens envolvidos na curta história da ciência em Portugal. Este é um livro que relata todas, ou quase todas, as aventuras do nosso país pela ciência: desde os seus momentos de auge, como é exemplo o prémio Nobel a Egaz Moniz, ou o sucesso de Pedro Nunes, Garcia da Orta ou Avelar Brotero; passando pelos momentos mais sombrios e protagonizados por personagens desconhecidas mas igualmente merecedoras; mas também sobre os momentos em que este país se fechou sobre si próprio e à ciência que rebentava no resto do mundo!

13
Novembro

As Borboletas da Floresta Amarela

Autoras: Xana Sá Pinto e Rita Campos

Editora: Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO)

Nº de páginas: 34

Palavras-chave: Biodiversidade; Evolução; Biologia; Espécies; Hereditariedade; Genética

 

 

Sobre as autoras: 

Rita Campos é bióloga e investigadora de pós-doutoramento no Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Universidade do Porto (CIBIO/InBIO). Nos últimos anos tem dedicado uma parte do seu tempo a projetos de educação e comunicação de ciência, particularmente aqueles relacionados com a compreensão da evolução biológica. Licenciada e doutorada em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Alexandra Sá-Pinto é investigadora no Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Universidade do Porto (CIBIO/InBIO), onde, para além de investigar a evolução de espécies em meio marinho, organiza e participa em projetos de divulgação científica.

 

Sinopse Ciência 2.0: 

Como explicar a uma criança ou a um adolescente por que é que, por exemplo, existe uma grande diversidade de espécies e mais: dentro dessas espécies, por que é que há indivíduos tão diferentes? As autoras de “As borboletas da floresta amarela” consideram que um manual com explicação científica e descrição, passo-a-passo, de atividades que os professores do1º, 2º e 3º ciclos podem fazer nas aulas, poderá dar resposta a estas e outras questões sobre a evolução.

O livro eletrónico surge da necessidade de haver uma maior compreensão da evolução biológica e de uma melhor educação e cultura científica. Neste manual, disponível online, é possível aceder a informação dividida pelos seguintes temas: Variabilidade intra-específica e Hereditariedade, Seleção Natural, Deriva genética e Sistemática- da classificação à Evolução.

Cada uma destas partes termina com uma proposta de atividade para os professores realizarem com os alunos de modo a que consigam transmitir-lhes estes conhecimentos. As experiências sugerem a utilização de objetos do quotidiano. Por exemplo, numa delas, pintarolas de diferentes cores servem para explicar a seleção natural. As autoras apresentam ainda sugestões pedagógicas interdisciplinares – relacionadas por exemplo com a matemática – para cada exercício, consoante o nível de escolaridade. “As borboletas da floresta amarela” pode constituir uma ferramenta útil para o ensino de um tema que nem sempre é fácil de explicar apenas por palavras. Neste livro é possível, mesmo a um público não especializado, aprender um pouco mais sobre a evolução biológica, uma vez que a linguagem utilizada é, em vários pontos, clara e acessível.

Em algumas situações, como por exemplo nos capítulos “variabilidade intra-específica” e “deriva genética”, poderia ser vantajoso para o leitor a presença de imagens e esquemas para acompanhar a informação e facilitar a sua compreensão.

30
Outubro

O Céu nas Pontas dos Dedos

 

Autor: Guilherme de Almeida
Editora: Plátano Editora
Nº de páginas: 48
Palavras-chave:Céu; Planisfério celeste; constelações; estrelas; observação.

 

Sobre o autor:
Guilherme de Almeida é licenciado em Física pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa tendo também incluído a Astronomia na sua formação universitária. É um experiente palestrante na área das observações astronómicas para os mais variados públicos e coautor de diversos livros ligados à astronomia observacional. Como acérrimo defensor do conhecimento e observação do céu a olho nu, procurou desde sempre iniciar o público nesta vertente deixando a utilização dos instrumentos de observação, como os telescópios para conhecimentos mais aprofundados. Escreveu mais de 90 artigos sobre Astronomia e Física assim como diversos livros de renome como o “Roteiro do Céu”.

 

Sinopse Ciência 2.0:
Que estrela é aquela? Porque é que não estava ali há uns meses atrás? Haverá mais estrelas para ver? Poucas pessoas resistem às questões sobre um misterioso céu estrelado.
Do autor do incontornável “Roteiro do Céu”, chegou recentemente o livro que nos permitirá, a todos, ter “O céu nas pontas dos dedos”. Depois das suas obras anteriores, Guilherme de Almeida presenteia-nos com uma abordagem menos densa e específica que permitirá, até àquele que nunca se aventurou a olhar o firmamento, esclarecer as questões mais mirabolantes que nos passam pela cabeça acerca das estrelas no céu. "O céu nas pontas dos dedos” possui conteúdos fundamentais para a iniciação à observação do céu noturno, desde a explicação da linguagem e referenciais de observação astronómica, até a respostas às questões mais comuns que surgem depois das primeiras observações, tudo num conteúdo exemplar que inclui 5 maravilhosas fotografias astronómicas do foto-astrónomo Miguel Claro. Como complemento essencial de observação e compreensão do livro, é incluído ainda um planisfério celeste desdobrável e portátil, especialmente otimizado para observações a partir de Portugal Continental e Regiões Autónomas, com 24 modos de utilização todos eles explicados e exemplificados passo a passo. Este planisfério tão especial permite simular ou prever o aspeto do céu em qualquer dia do ano, a qualquer hora, no presente, passado ou futuro, e até nos ensina a ver as horas através do aspeto do céu! É útil para principiantes mas também para os acérrimos observadores que pretendem planear as suas observações.

16
Outubro

O Grande Inquisidor

Autor: João Magueijo
Editora:Gradiva
Nº de páginas: 460
Palavras-chave: física nuclear; história; mitos; biografia; Ettore Majorana; neutrino.

 

Sobre o autor:
João Mangueijo é um físico licenciado na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Mestrado e Doutorado no Trinity College em Cambridge onde prosseguiu com a sua carreira de investigador no St. John’s College. Foi investigador convidado nas Universidades de Berkeley e Princeton, ambas na Califórnia. Foi investigador da Royal Society e atualmente é professor de Física Teórica no Imperial College, em Londres. Foi responsável por questionar a invariância da velocidade da luz no vácuo, uma premissa de base proposta por Albert Einstein na sua Teoria da Relatividade.


Sinopse Ciência 2.0:
Se alguém lhe perguntasse quem foi Ettore Majorana, provavelmente nunca teria ouvido falar neste nome. No entanto, não fique desapontado. Na verdade, mesmo muitos investigadores desconhecem o papel que este personagem da história protagonizou na vibrante era da física nuclear. A razão para isso foi a sucessão de eventos que ocorreu a 26 de março de 1938, levando ao desaparecimento do Grande Inquisidor (alcunha pela qual Ettore era conhecido entre os seus colegas físicos).

A história de Ettore Majorana foi trágica e qualquer leitura sobre a sua vida levantará mais perguntas do que as respostas que o leitor conseguirá obter. João Magueijo conta de forma impressionante a vida e as contribuições científicas de Ettore e do seu grupo de investigação, responsável pela descoberta casual da fissão nuclear, em 1934. Majorana era o mais brilhante investigador do grupo, mas sob circunstâncias ainda por determinar, este desaparece depois de compreender as potenciais implicações da sua descoberta. Ainda hoje não fazemos ideia se Ettore se suicidou, se foi raptado ou se simplesmente quis desaparecer do mundo científico, encenando a sua própria morte.

Neste livro, Magueijo fornece uma visão surpreendente do que se passa na vida de um investigador, enquanto pessoa e enquanto profissional. O livro resulta numa obra extraordinária onde o leitor avalia a mais impressionante descoberta de Majorana – o neutrino que leva o seu nome – e fornece novas dicas na senda da descoberta de um dos maiores mistérios da ciência.

2
Outubro

O Romper das Cordas: Ascensão e Queda de uma Teoria e o Futuro da Física

Autor: Lee Smolin

Editora: Gradiva
Nº de páginas: 572
Palavras-chave: física moderna; teoria das cordas; religião; história; mitos

 

Sobre o autor:
Lee Smolin fez o seu doutoramento em física teórica em Harvard e tem também formação em filosofia. Estuda gravidade quântica, cosmologia e teoria quântica, temas que o levaram a passar por várias universidades, como Princeton, Yale, Roma, Trento e Imperial College, entre outras. É membro fundador do inovador Perimeter Institute for Theoretical Physics. Tem dois livros anteriores: "The Life of the Cosmos" e "Three Roads to Quantum Gravity". Smolin é mais conhecido pelas suas contribuições na teoria da gravidade quântica, em particular pela abordagem conhecida como gravidade quântica em loop. Os seus interesses de investigação incluem também a teoria das partículas elementares, os fundamentos da mecânica quântica e a biologia teórica.

 

Sinopse Ciência 2.0:
“O melhor livro de ciência contemporânea que já li, escrito (também) para o leigo na matéria. Leiam este livro. Duas vezes.” Foi desta forma que Brian Appleyard, do jornal "Sunday Times" descreveu o livro “O Romper das Cordas”. Esta obra foi considerada o livro do ano por "The Economist" e "Seed" e reflete sobre a importância que a teoria das cordas granjeou entre leigos e especialistas. Smolin questiona e abala os argumentos que fizeram com que a teoria das cordas fosse quase o único campo de investigação na física moderna por anos.

O livro critica fortemente a teoria das cordas e a sua proeminência na física teórica contemporânea, fundamentando que a teoria das cordas não fez qualquer tipo de previsão que possa ser verificada experimentalmente. De um ponto de vista mais generalizado, neste livro Smolin preocupa-se amplamente com o papel da controvérsia e da diversidade de abordagens nos processos científicos e éticos. Finalmente, o autor encarrega-se de efetuar uma profunda reflexão sobre o caráter sociológico da investigação contemporânea, especificamente na academia.

18
Setembro

As ideias que mudaram o mundo: a história natural da inovação

Autor: Steven Johnson
Editora: Clube do Autor
Nº de páginas: 304
Palavras-chave: inovação; tecnologia; ideias.

 

Sobre o autor:
Steven Johnson é formado em Semiótica e Literatura Inglesa e destacou-se como um dos maiores estudiosos da tecnologia digital. É professor na New York University e distinguiu-se como colunista dos jornais The New York Times e The Wall Street Journal e das revistas The New Yorker e Harper's Magazine.

 

Sinopse Ciência 2.0:
“Um olhar fascinante sobre a inovação ao longo da história. Mais um livro de Steven Johnson a não perder.” Foi assim que a Publishers Weekly descreveu o livro de Steven Johnson: "As ideias que mudaram o mundo: a história natural da inovação".

Trata-se de uma reflexão aprofundada sobre uma questão fundamental: o que desencadeia as grandes ideias? Todos somos capazes de identificar uma boa ideia. Mas, como é que elas nascem? São promovidas por que tipo de ambiente? É isso que se propõe responder o autor deste livro, um dos maiores especialistas em cultura digital da atualidade, Steven Johnson. Neste livro, Steven Johnson identifica sete princípios-chave que estão na génese e crescimento das boas ideias. Johnson rejeita a ideia de que os grandes inventores nascem geniais e elaboram as suas criações em puro isolamento. Este livro recupera a história de quase duzentas invenções que mudaram o mundo para demonstrar que, no campo das ideias, a evolução depende, mais do que de ambientes propícios à sobrevivência, de meios em que espécies diferentes entrem em contacto.

3
Setembro

Galileu na prisão e outros mitos sobre ciência e religião

Autor: Ronald L. Numbers (org.)
Editora: Gradiva
Nº de páginas: 340
Palavras-chave: física; ciência; religião; história; mitos.

 

Sobre o autor:

Ronald L. Numbers é professor emérito de História da Ciência e da Medicina na Universidade de Wisconsin-Madison. Desempenhou funções como presidente da Fundação para a História da Ciência e da Sociedade Norte-Americana de História da Igreja. Foi também presidente da União Internacional de História e Filosofia da Ciência, secção de História da Ciência e da Tecnologia.


Sinopse Ciência 2.0:
Se queremos que não-cientistas e formadores de opinião tenham um novo olhar sobre a relação entre a ciência e a religião, Ronald L. Numbers sugere que a primeira coisa que devemos dispensar são os mitos veneráveis que por muito tempo resistiram como verdades históricas. Até aos anos 70, o paradigma que dominava a história da ciência era o da ciência triunfante e da religião em permanente conflito com o saber científico. Esta ideia ainda persiste nos principais meios de comunicação e em algumas publicações académicas. Todavia, novos avanços na história da ciência e da religião têm analisado os episódios destas duas disciplinas à luz dos valores e conhecimentos dos respetivos protagonistas.

Ronald L. Numbers recrutou os principais investigadores nesta “nova história da ciência” e ilumina o leitor com o esclarecimento de vinte e cinco mitos, contrariando a ideia de que ciência e religião estão perpetuamente numa luta sem tréguas. Numa obra lúdica e informativa, os vários investigadores – que incluem agnósticos, ateus e cristãos – desmontam ideias que têm sido apresentadas como verdade histórica, desde o encarceramento de Galileu à crença de Einstein num Deus pessoal que «não joga aos dados com o universo».

31
Julho

Darwin. À descoberta da árvore da vida.

Autor: Niles Eldredge
Editora: Universidade do Porto. Edições centenário.
Nº de páginas: 316
Palavras-chave: Charles Darwin; Viagem; Beagle; Evolução; Galápagos; América do Sul; Fósseis; Selecção Natural; Origem das Espécies; Seres vivos.

 

Sobre o autor:
Paleontologista e curador no American Museum of Natural History desde 1969.  Especialista na evolução das trilobites, tem uma paixão pela evolução e dedicou a sua carreira a refinar as teorias de como o processo evolutivo acontece realmente. Partilha com Stephen Jay Gould a Teoria do Equilíbrio Pontuado desenvolvida em 1972, e descreveu os seus estudos sobre a influência do ambiente na evolução em diversos livros e artigos científicos. Preocupado com a destruição contínua de habitats e extinção massiva das espécies, dedica muito do seu esforço como curador e escritor neste assunto. Combateu o criacionismo em muitas das suas palestras, artigos e livros. Eldredge é o curador responsável pela maior exposição sobre Charles Darwin, inaugurada em 2005 no American Museum of Natural History, que viajou pelo mundo até Londres a tempo de celebrar os 200 anos do aniversário de Charles Darwin. O seu livro “Darwin. À descoberta da árvore da vida” acompanha a sua exposição.

 

Sinopse Ciência 2.0:
Para quem visitou as exposições sobre Charles Darwin, que correram o mundo no ano do seu segundo centenário, terá a oportunidade única de relembrar e complementar tudo o que viu com o conteúdo do livro “Darwin. À descoberta da árvore da vida”. É na verdade a peça que faltava para compreender a incrível aventura que foi a vida de Charles Darwin.
Na verdade, não é possível compreender as teorias que Darwin desenvolveu sem nos embrenharmos na sua vida e na cultura vivida no séc. XIX. Mas este livro não fala apenas na vida daquele que é considerado o pai da Biologia moderna. “Estas ideias centrais dizem respeito ao processo de pensamento de Darwin – a sua criatividade – e incluem a evidência que o levou, enquanto jovem criacionista, ainda na casa dos vinte, a convencer-se de que todos os seres vivos descendiam de um único ancestral comum no remoto passado geológico: em suma, a evolução”.
Este é o livro que nos dá o acesso conciso, claro e lógico à teoria da evolução por seleção natural, colocando-a sob o ponto de vista do observador, mostrando-lhe todas as provas necessárias para a compreender integralmente. Niles Eldredge mostra-nos ainda como toda esta informação terá sido recebida por Charles Darwin, à medida que ia colecionando provas, desenvolvendo ideias, criando “a sua teoria”. Não se poderá dizer que “Darwin. À descoberta da árvore da vida” é um livro de aventuras mas a aventura de descobrir pelos próprios olhos aquilo que Darwin construiu para o mundo de hoje é uma garantia.

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